Colecionar coisas é uma doença? 5 coisas que afirmam que não!

Colecionar coisas faz parte da vida de muita gente. Quem nunca teve uma coleção por menor que fosse? Na infância, na adolescência ou na vida adulta, o hábito de juntar objetos é uma prática bastante comum.

Apesar disso, há quem pense que tudo isso não passa de doença, de transtorno psicológico. De fato, existem pessoas que acumulam objetos de forma aleatória, sem sentido algum. São chamados acumuladores.

Mas, estes são bem diferentes dos colecionadores. Neste artigo, nós vamos mostrar para você 5 afirmativas que comprovam que colecionar coisas não é uma doença e não tem nada a ver com simplesmente acumular objetos.

5 afirmativas que dizem que colecionar coisas não é uma doença

Quer saber por que colecionar coisas não é considerado uma doença? Leia mais sobre isso logo abaixo.

  1. O colecionador é organizado e limpo

Duas principais qualidades do colecionador e que o diferencia de um acumulador são a organização e a limpeza. Os objetos colecionados são bem distribuídos em estantes, armários ou qualquer outro compartimento para este fim.

São limpos periodicamente e, por isso, são motivos de admiração e não de repulsa ou desconforto por parte da família ou pessoas de fora.

  1. Colecionar proporciona prazer e satisfação pessoal

Colecionar coisas faz com que o indivíduo se sinta feliz, satisfeito com a prática, com os objetos. Ele gosta de limpar, de organizar, de mudar de lugar, de admirar. Mas, sem que isso se torne obsessivo.

Além disso, o ato de colecionar também é uma maneira que ele tem de se manter perto de pessoas que já partiram. É o caso de alguém que coleciona livros que costumava ler com o pai quando criança.

  1. O colecionador tem um propósito definido

Uma das características do acumulador é juntar objetos de forma aleatória, sem regras, sem objetivo ou definição. O colecionador sabe bem o que ele quer. Tudo aquilo faz sentido para ele.

Ele pode se sentir mais feliz com os objetos, pode ser uma forma de ter alguém próximo por perto, pode ser que ele use aquele objeto para o seu trabalho, enfim. Ele não coleciona só para manter ali, guardado.

  1. Colecionar pode se tornar um negócio

Existem casos de colecionadores que transformaram a coleção de objetos em um negócio devido à riqueza de informações ali guardadas. É o caso de quem coleciona livros, revistas sobre futebol, por exemplo.

Se houver algum interesse por parte de alguma empresa, produtora de filme ou algo parecido em obter informações sobre este esporte, claro que uma rica coleção vai ajudar.

  1. Colecionar é um momento de lazer e relaxamento

Quem coleciona coisas costuma descrever diversas sensações de alegria e contentamento ao apreciar a sua coleção. Algumas deixam a tristeza e o medo de lado só no ato de analisar, ler ou limpar aquela peça.

Ao contrário do colecionador, o acumulador de objetos sente um desconforto, um apego incomum, um medo patológico de jogar fora até mesmo uma folha que encontrou no chão. 

E quando colecionar coisas vira doença?

Sim, há casos em que colecionar coisas vira uma doença. E é preciso ficar atento a isso. Além de causar danos psicológicos, este ato prejudica também a família e o bolso do indivíduo que investe altas somas de dinheiro na aquisição do objeto. Veja alguns sintomas que exigem cuidados.

  • Presença de objetos aleatórios, sujos, sem ligação nenhuma entre si e desorganizados.
  • Gasto excessivo na aquisição dos itens
  • Dificuldade patológica de se livrar de tudo que foi acumulado
  • Isolamento social provocado pelo desejo de ficar perto dos objetos
  • Itens diversos largados em vários espaços da casa

Nestes casos, é necessário procurar ajuda especializada para entender o motivo por trás do acúmulo desordenado e obsessivo de objetos.

 

Como você viu, colecionar coisas é sim considerado um hábito saudável, um hobby que pode proporcionar prazer e satisfação ao dono dos objetos. Desde que permaneça dentro dos limites, não há razão para se preocupar com um típico colecionador.

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